22.2.11

Cinerock


No próximo sábado ocorrerá no SESC de Nova Iguaçu a terceira edição do evento Cinerock, que tem por objetivo é divulgar a produção artística e a troca entre artistas e o público. Não estive nas outras edições mas pretendo estar lá sábado! Acredito que será um enriquecedor cultural não só para mim, mas para todos os presentes.
O evento contará com exposições, exibição de curtas e apresentações de bandas. O ingresso é na verdade um presente, R$ 4,00 a inteira. Se tiver oportunidade de ir, vá!

Para mais informações visite o site do evento.
Beijos, até mais.

3.2.11

O não gostar de fazer aniversário, de onde vem?

Todos os meus amigos já devem saber que fazer aniversário não é uma das coisas que mais me animam. Mas o porque desse sentimento acho que ninguém sabe, ainda. Hoje, 3 de fevereiro, tomei a decisão de espantar esse "monstro" que me assombra há um tempo, com fé que assim ele possa se despedir de mim e nunca mais voltar. Deixo claro antes de tudo que não é falta de gratidão à Deus, isso não, agradeço todos os dias pela minha vida e por tudo e todos que tenho comigo. A justificativa é simples, e talvez fútil para quem lê, mas realmente dolorida para mim.
Aos 4 ou 6 anos, não lembro, tive uma festa estragada pela minha tia (a louca), até hoje tenho as fotos da farofa que ela fez no meu aniversário. Mas isso não me fez não gostar de aniversário, isso me faz apenas lembrar de nunca mais convidá-la.
Aos 9 tive uma festa surpresa, que depois de passar o dia na piscina da casa da minha vó enquanto meus pais arrumavam tudo, eu já comemorava a minha ida ao parque - pais, cuidado com as mentiras que vocês inventam - mas no fim da tarde minha mãe me leva pra casa dizendo que ia me levar ao parque e quando chego em casa: SURPRESA! "Poxa, eu queria o parque" pensei. Não contem isso para minha mãe, ela ficaria triste.
Aos 13 ou 14, levei uma amiga para casa e lá comemorei com ela e meus parentes numa outra festa "surpresa" que ela já tinha estragado e logo depois meu primo estragou também, mas a filha da mãe entregou meu primo para meus pais, e o coitado levou uma pequena bronca - mal sabiam eles que a fulaninha também já tinha aberto o bocão.
Aos 15, fui a uma pizzaria com mais 3 amigos, naquele ano não estudaríamos mais juntos então foi como uma despedida. Foi divertido, saí de lá muito feliz, melhor do que qualquer festa que poderia ter.
Aos 16, minhas amigas da Faetec e minha família fizeram uma festa surpresa na casa da minha vó, e esse dia sim, foi muito especial para mim, pessoas tão queridas ali perto de mim.
Aos 18, comemorei com os meus amados da CET-Rio e os 19 comemorei com meus lindos da Faetec no Gregos (o bar). Foram boas comemorações sim, mas te digo, nessas situações sempre pensei mais no que os outros gostariam de fazer do que no que eu queria. Para estar com eles eu abri mão de qualquer outra vontade minha, mas não me arrependo disso, valeu a pena! O problema é que toda essa preocupação em agradar aos demais me deixa estressada; saber quem pode ir ou não e no final sempre falta alguém, isso sempre me deixa muito "down". Dá vontade de não fazer nada, ficar em casa vendo um filme bom com a minha mãe, algo que também não seria mau.
Mas esse ano eu pensei: são duas décadas, pouco para alguns, só que fazer 2 décadas atualmente é motivo de muita comemoração. E ainda tenho que comemorar minha entrada para uma faculdade federal (Turismo UFRRJ), mais o meu amigo Philipe que passou para Engenharia Civil, na UERJ, mais a Aninha que passou também para Turismo na Unirio e muitas outras coisas. Quero festejar uma nova etapa que se inicia para mim, e por isso decidi começar a cuidar melhor de mim. Meus amigos são importante sim, mas como bem disse a Mayara: "é, seu aniversário Marina, nós temos que comemorar onde você quiser". Não adiantaria eu anular de novo minha vontade e depois me arrepender pelo que deixei de fazer.
Por isso, hoje 3 de fevereiro de 2011, me despeço desse "não gostar de aniversário", e a partir de agora tem algo que desejo mais do que qualquer presente: desejo um feliz aniversário para mim, com toda felicidade que essa frase possa conter.